♫ Alinhavos Musicais ♫

 

Ah, eu e as minhas divagações musicais… Adooooooro!

Creio mesmo que não saberia viver sem elas. Estou a me perguntar, por quem seriam as divagações e/ou as músicas? Acredito que sejam por ambas, embora a música ocupe uma parcela maior da minha vida.

Sabe aqueles dias em que você fica pensando… Nada sei dessa vida e vivo sem saber! Em compensação tenho a absoluta certeza de que é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã e se por um motivo ou outro houver ou deixar de haver, me dê motivos, sempre… Pra viver e não ter a vergonha de ser feliz, afinal a vida é um eterno começar de novo e contar comigo, vai valer a pena ter sobrevivido e se por acaso não valer, tente outra vez e mais quantas forem necessárias…

Sou apaixonada… Sou apaixonante… Sou guerreira… Sou mulher! Só não me deixe desafinar, mas se acontecer, não me deixe sentado à beira do caminho, porque até os desafinados também tem um coração. Se ele for um coração bandido é sinal que alguém vai sair machucado, mas se for do tipo coração alado, é porque são tantas ilusões perdidas na lembrança. E se de todo achar que é um caso perdido, prometo fazer um leilão… Quem dá mais pelo meu coração?

Também sou… A brisa, a viola enluarada, o sol de primavera, a lua e flor, o luar caindo sobre a mata feito uma chuva de prata, a chuva fina no telhado, o vento que balança, manhã de sol tão bonita manhã… Sou raio, estrela e luar… Sou as águas de março e a promessa de vida em seu coração, só não me deixe ser um livro aberto sem memória…

Isso me fez lembrar Ademir, amigo dos tempos de UFF, que dizia ser a sua vida um livro aberto. Em contrapartida eu era a analfabeta da Faculdade de Educação, pois não conseguia ler uma linha sequer… Bons tempos… Recordar é viver! Só não sonhei com você, visse mocinho!

Chega de saudade! 

Houve um tempo, no tempo da delicadeza, que cheguei a pedir pra riscar meu nome do seu caderno… Não suportava o fracasso do meu amor sem juízo, mas com o passar das horas e as andanças da vida percebi que de nós dois quem mais errou fui eu… Não sonhávamos o mesmo sonho!

Aprendi e estou deixando a vida me levar… Vida leva eu!

Sem dúvida alguma minha vida é uma trilha sonora… Dos bons aos maus momentos sempre haverá uma música como pano de fundo a emoldurar meu cenário existencial…

Sou grata por cada nota, por cada acorde, por cada sonoridade… São palavras ao vento com suas vibrações que me dão todo o sentido da vida…

Sou letra…

Sou melodia…

Sou musicoterapia!

Exagerada?

Que nada!

Musical… Pro dia nascer feliz!

 Será só imaginação… Será?

 Só pra contrariar

 Começaria tudo outra vez!

E pra não dizer que não falei de flores…

Toda mulher gosta de rosas!

 Maria, Maria é um dom, uma certa magia, uma força que nos alerta… Quem traz na pele essa marca possui a estranha mania de ter fé na vida! Não fui a musa do Milton, mas sou mais uma dentre tantas Marias, que mistura a dor e a alegria… E, se todas fossem iguais a você? Que maravilha viver…

Fé na vida… Jesus Cristo eu estou aqui! Entra na minha casa, entra na minha vida… Faz um milagre em mim!

Como já é tarde, eu já vou indo eu preciso ir embora…

Até manhã!

Estações da Alma e/ou da Vida…

Há alguns anos atrás, ouvi uma música que me tocou profundamente… Estações da Alma! Como se não bastasse o título, que muito me seduziu, pois adoro pensar nas múltiplas possibilidades da alma e no seu vai-e-vem pelas estações da vida, a mensagem é belíssima, e o CD, simplesmente, maravilhoso.

Recomeçar… Renascer… Recomeçando sempre!

É tempo de aprender… Primavera de emoções!

É tempo de sorrir… Verão nos corações!

Tempo de armazenar… Outono semeia ilusões!

Chega o inverno… Dor bendita que reconduz ao caminho da humildade!

Em síntese, é o que me diz a música. Mas o semear ilusões é ira além da realidade, é me permitir viajar pelos caminhos dos sonhos, da fantasia e de tantas ilusões que foram guiando-me como a quem norteia um barco num mar em fúria… Complicado? Nem tanto. Apenas uma realidade a mais a ser  experenciada nessa vida de eterno recomeçar… Sempre é tempo pra tudo, acredite! E recomece quantas vezes forem necessárias, pois alguém já disse que o tempo é senhor de todas as coisas, mas Deus é o Senhor dos Tempos! Portanto, creia e siga em frente…

De volta à música, Estações da Alma, é de autoria de Ana Cláudia Bittencourt, e como ela mesma diz… “A música espírita é antes de tudo um bálsamo consolador para os corações.”

Hoje, vejo o Padre Fábio de Melo a cantar As Estações da Vida, como se da alma não as fossem, mas igualmente belíssima…

“…Vida, tua cor colore o céu
Vida, teu calor acende a luz
Tece a melodia e deixa o teu sinal, onde o vento canta ao sol
Sombras se dissipam e se vão quando se demonstra o teu poder
Alma do universo, expressão de Deus, digo sim ao teu querer
Mesmo que hajam forças contra ti sempre nascerão as estações
Incansável luta, não te cansarás eu sei que sobreviverás…”

Não sou crítica musical, apenas  gosto da boa música e comento o que me sensibiliza… E a você, o que lhe toca o ♥? Em que estação está a caminhar, no momento?

Está achando que sou curiosa, é?

Sou não… Sou apenas mais uma pessoa interessada por você, visse!

Sejamos o melhor de nós mesmo, independentemente da Estação que nos encontrarmos, pois a vida é pra ser vivida…

E como diria Gonzaguinha… Viver e não ter a vergonha de ser feliz!

Sejamos…

Vida… Com ou sem ela?

Eu só preciso me achar em você… Eterna busca, será?

E como diz a música… “Não é preciso uma verdade nova, uma aventura. Para encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno. E dar as mãos e dar de si além do próprio gesto e descobrir feliz que o amor esconde outro universo…”.  Belíssima, Padre Fábio de Melo!

Isso é vida… É a minha, mas pode não ser a sua. Nem por isso iremos renegar  o amor, a fraternidade e a ida ao encontro do outro. Haja disponibilidades…

Vou seguindo…

Confiante!

O Tempo da Íris… Caminhos do coração!

 Esse foi mais um mimo do meu amigo Gil…

Na época fiquei emocionadíssima, pois fazia tempo que ninguém fazia um movimento em minha direção que fosse tão significativo.

Num dia de julho, esse mocinho mineirinho, que curtia um frio lá em São Pedro da Serra, em Nova Friburgo, esperou essa flor desabrochar pra ser clicada por suas lentes… E a presenteada fui eu… Mais uma vez, brigadinhu, amado!

Hoje, revendo-a, percebo que a emoção é a mesma e que meu Pequeno Príncipe lá está a me convidar para mais uma viagem no tempo…

Antoine de Saint-Exupéry disse que só se vê bem com o coração, pois o essencial é invisível aos olhos…
Observando essa Íris Germânica percebi que há um anjo centralizando sua energia vital… E que por sinal, muito me fez lembrar a imagem do Pequeno Príncipe… Eu o vejo, e você?

Tempo focado

Desfocado pelo tempo

De um tempo subversível…

Antes, agora

Depois do amanhã

Renasce na serra de Pedro

tão ou mais sublime quanto

Íris de rara beleza

Perfeita, mas fugaz…

Da Germânia germinou

Foi infinita, na finita vida,

enquanto durou…

Hoje

É tempo presente

Presenteada estou

Por entre rimas e versos

se eternizou.

Flor de sentimento

que minh’alma encantou…

Ser lua-mulher…

Haja melodias… Haja sentimentos… Eternamente Heitor Villa Lobos!

Não sou musa inspiradora, mas tenho os encantos da lua…

Sou lua

Sou de fases

Sou passageira…

Eternizo-me em seus pensamentos

Qual suave melodia

Sigo…

Não tenho pressa de chegar!

Importa é saber que estou a caminho…

Simplesmente…

Elfa Lunar!

A Magia do Universo… Sonhos!

O tempo não vai apagar tudo que se fez… Tente outra vez!

Renove as Esperanças… A vida é uma mudança!

Sonhei sozinha… Será?

A vida vai além, muito além do meu sonhar…

Um eterno devir!

Estou mudando… Deixe-me ser!

Não quero partir…

Sou bem-querer!

 

Sentidos… Ou os sem?

E cá estou eu em mais uns dos muitos questionamentos diários… Um fato ocorrido num desses sites de relacionamentos trouxe-me até aqui, mais ávida do que nunca por respostas… E caso não as tenha, valeu pelo exercício de reflexão e pela busca de novas opções de relacionamento.

Qual a importância dos sentidos em nossa vida amorosa? Por que as pessoas gordas são discriminadas, julgadas e condenadas a levar uma vida de solidão? Disseram-me que a visão, olfato, paladar, tudo isso tem a ver com sexo. O tato e a audição, não teriam? Sabe-se lá…

 A verdade é que nós, gordinhos, somos vistos como incapazes de fazer rolar “a tal da química” que rola entre homens e mulheres, levando-os ao doce e sublime estado de letargia de que serão felizes para sempre, pois o sexo os fez uno, deixando-os de ser promessa especulativa de possíveis candidatos a uma vida amorosa plena, tornando-os um casal e felizes para sempre… Ou até que a impotência os separe, claro! Pois em instante algum foi cogitado o amor, mas apenas o sexo gritou como forma primeira e última de todas as coisas que adviriam.

Oh, mas o tempo é cruel e com ele vem a lei da gravidade… (impossível não lembrar essa piada infame). E quando o inverno da vida se abater sobre corpos sarados, onde irá parar toda essa apologia ao sexo, se nada foi construído em bases mais sólidas e duradouras?

Caramba, e frente a isso tudo, onde eu fico? Será que virarei um ser desprovido de sentimentos? E minha libido, onde fica?

Nem homem, nem mulher. Nem amor, nem sexo. Nada. É tudo que me resta, será? Ah, o amor, sublime e confundido, acabou sendo esquecido…

Paralelo a isso que já foi mencionado, corre outro questionamento: Por que o dedo em riste a nossa frente é tão acusador e sem piedade que chega-nos a esmagar, levando-nos ao assombro da indignação humana e/ou ao adormecimento de toda e qualquer atividade cerebral? E parece que tudo a sua volta parou e nesse instante é você de frente com você mesmo e com as expectativas dos outros… Não hesite, o melhor é ser espelho! Mesmo que por hora a imagem refletida seja gorda e deformada aos olhos de quem a veja, mas tenha a firme convicção de que é um estado transitório, e que o seu querer o levará muito além desses confrontos…

Nem sempre ser gordo é ser doente. Nem sempre ser sarado é ser saudável… Um caso a ser re-pensado! No momento sigo malhando, apenas, os neurônios…

Por último, como se isso tivesse um fim, posto que seja apenas o início, pergunto… Por que precisamos provar e/ou convencer os outros de que somos capazes de gerir nossa própria vida independentemente dos tropeços, barreiras e/ou quedas com as quais nos deparamos ao longo do percurso?

Ninguém é perfeito e todos nós temos uma história de vida que nos ajuda a contar o passado e a vislumbrar um futuro… O presente é pra ser vivido. É o instante dos ajustes, dos encontros e dos reencontros… É ser feliz!

E como diria minha avó… E volta a vaca pro brejo! Mesmo não querendo lembrar, não me esqueço da tal “química visual”!  Não agradamos aos olhos de quem nos vê… Gordinho sofre! Triste, não?

No meio de tantas químicas, haveria uma química espiritual, será? Gostaria tanto de acreditar que essa energia flui entre almas que se buscam… Desse encontro seria acesa a velha e boa chama do amor, que se manteve intacto pela eternidade…  Aí sim, poderia dizer que um novo casal se fez presente. Quiçá pra eternidade! Percebe a diferença?

A verdade é que com ou sem química o meu encontro com o outro também se faz por meio dos olhos, pois são através deles que posso sentir, ver e vivenciar todas as emoções do ser humano… É a essência d’alma, é o espelho! Côncavo e/ou convexo em toda relação é necessário ter um, ou mais… Ou não?

O dedo pode estar em riste, mas a mão pode subvertê-lo… É com ela que escrevo, que navego pela net, e que acaricio… Haja tato pra tantas emoções… É uma questão de pele! Ih, voltei aos sentidos… Rs

E o que fazer com a audição, o paladar e o olfato? Que me ouça cantar as mais belas cantigas, pois a música aguçará os sentidos… E assim o levarei a navegar pelos afrodisíacos sabores e aromas do amor. Delícia…

A pergunta que não quer calar… Será que ainda o terei de convencê-lo que posso vir a ser uma pessoa desejável pra se namorar?

 É o livre-arbítrio… Faça-o valer a pena!

 Eu faço a minha parte…

E você, faz o quê?

 

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