Ter ou não ter…

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Estou aqui pensando no que li…

“… Ter alguém é escolha, escolher permanecer junto uma decisão; e exige compromisso, entrega, honestidade e dedicação.
Amor é não enjoar de amar!
Rostinho bonito envelhece,
maquiagem sai com água,
pele bonita enrruga,
cabelo lindo fica branco,
corpo definido cai,
mas o caráter fica…”

Rostinho bonito? Deixou marcas e foi marcado pelo tempo…
Maquiagem? Desfez-se em purpurina e brilha n’alma…
Pele bonita? Ah, essa já enrrugou-se…
Cabelo lindo? Prateou-se qual raio de luar…
Corpo definido? Há tempo definiu-se como caidinho pela vida…
Caráter? Esse existe, mas faz tempo que não é valorado e acaba passando despercebido… C’est la vie!

Será por isso que vivo só… “Só nhando!”
Mas como bem disse minha amiga, Catarina Ribeiro, lá no facebook “passar o Dia Dos Namorados solteiro é o mesmo que passar o dia de finados vivo. Você não participa da comemoração, mas pode ser que esteja bem melhor que os homenageados!”

Sigo com meus questionamentos filosóficos, mas não ficarei mais expondo-os, por hoje, porque o texto já ultrapassou o limite da “leitura degustável”… Até a próxima!

Lembrem-se…Ter alguém e escolher permanecer junto a esse alguém é uma escolha que requer uma decisão consciente e amorosa.

Sintam-se beijad♥s por mim…

Reflexos… Entre razões e emoções pelo Dia dos Namorados!

 

A imprevisibilidade do ser humano é incomensurável… Dificílimo viver e conviver com tamanha inconstância! Se ainda fosse uma opção positiva, gerando e gerenciando novas formas de amor, valeria à pena, mas não é bem assim que acontece. Há um certo ardor em se fazer desagradável, como forma de se impor, impondo-nos não só uma falsa masculinidade, assim como uma personalidade doentia…

Falo especificamente do homem, enquanto sexo masculino, por me faltar argumentos que possam referendar analogias femininas. Até porque são neles que penso quando vejo essa avalanche de propaganda enfatizando o Dia dos Namorados, mas nunca questionando os tipos de relacionamentos, que a priori deveriam ser de amor, mas nem sempre o são e deixam marcas indeléveis…

Queria muito viver esse dia e tê-lo como um dia especial, mas será mais um dia, apenas. Sem perder o referencial da sociedade na qual vivo, mas com um olhar no outro, repleto de esperança e dignidade, e um outro em mim mesma, refletindo a vontade de Deus-Pai, sigo  caminhando e cantando, mas sempre só…

E como diria a Martha Medeiros “… Incertos são nossos amores, e por isso é tão importante sentir-se bem, mesmo estando só…”

A todos um Feliz Dia dos Namorados!

Com ou sem… Mas Feliz!